| — | HUXLEY, Aldous. Brave New World. |
Uma planta, um tubo, um neurotransmissor. Fogo, um trago. O Mar, a água, as oscilações; o prazer de alguns, a vertigem de outros. O frio, o aconchego. O sono triste, o triste soneto. Mais música: a água na proa, no ritmo da solidão, a canção agonizante. Outro trago. O choro de lobos, suave expressão, Ave pesqueira. Queira Njörðr ceder a sua filha, ou Deus ou Netuno algo que o valha, para este nau que só, talha, o Desejo, a Saudade e a Angústia, que por sua vez esculpem frio e austero semblante. O bucolismo oceânico, o isolamento litorâneo. Seria a única forma de me safar a este mar me atirar?
[…] A fuga do mundo na tentativa de fugir de si mesmo.
[…] A reabilitação aquática. De popa a proa, o manicômio sobre o casco. E pela homérica dor da falsa auto-reconciliação […].
Isso é serio, cara. Eu devia me sentir diferente. E nesse momento me mantenho incontrito; frio, seco. Só não me falta mais solvente do que amor e compaixão.
Mas claro, sempre existe um único par de braços que pode te envolver e assim te comover.
Ora bolas, sou eu a única pedra que as vezes precisa de consolo?

E aqui está tudo que você sabe e acredita, aqui estão todos seus conceitos e ideais. E os meus também: o que querem que saibamos e acreditemos.
E agora lhe pergunto: onde está o verdadeiro conhecimento?
There’s a hole in the world like a great black pit
and the vermin of the world inhabit it
and its morals aren’t worth what a pig could spit
and it goes by the name of-
Sinceramente, esse lugar é qualquer um onde há ao menos duas pessoas.
At the top of the hole sit the privileged few,
making mock of the vermin in the lower zoo,
turning beauty to filth and greed…


